Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

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Os designers, os criativos, os investigadores, os que apreciam a musica, e os escritores deste blog: Flávio Cadete, o chefe do clã; João Monteiro; Kaio Nascimento; Ruben Costa; e Tiago Formiga.
 
 
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Breve Bibliografia de Almeida Garrett

Obra de Almeida Garrett
Teatro
Deu início ao seu projecto da regeneração do teatro português, em 1838 com várias peças do tema: História de Portugal. Em 1844 publicou a sua obra-prima: Frei Luís de Sousa. Estas peças marcaram uma viagem na literatura portuguesa.
 
Prosa
Em 1843, Garrett publicou colectâneas de poesias populares portuguesas.
Em 1845 publicou O Arco de Santana, que foi um romance histórico que seduziu pela recreação do ambiente medieval e pela qualidade da sua prosa. Seguindo-se na publicação de Viagens na minha terra que contem viagens cheias de romance e inovações para a época.
 
Poesia
Garrett foi também na poesia muito inovador. As duas colectâneas, publicadas na última fase da sua vida, introduziram muita espontaneidade e simplicidade diferente do normal.
Ao lado de poemas de exaltada expressão pessoal publicou também pequenas obras-primas de singeleza ímpar.
 
 
Bibliografia resumida
 
Almeida Garrett escreveu obras de poesia, romance, ensaios e teatro entre as quais se destacam: O Retrato de Vénus (Poesia, 1821), O dia vinte e quatro de Agosto (Ensaio Político, 1821), Versos ao Corpo Académico (Poesia, 1821), Catão (Teatro, 1822), Camões (Poesia, 1825), D. Branca, ou a Conquista do Algarve (Poesia, 1826), Carta de Guia para Eleitores (Ensaio Político, 1826), Adozinda (Poesia, 1828), Lírica de João Mínimo (Poesia, 1829), Mérope (Teatro, 1841), Um Auto de Gil Vicente (Teatro, publicado apenas em 1841, em conjunto com Mérope), O Alfageme de Santarém (Teatro, 1842), Romanceiro e Cancioneiro Geral (Antologia de Literatura Tradicional, 1843), Miragaia (Antologia de Literatura Tradicional, 1844), Frei Luís de Sousa (Teatro, 1844), Flores sem Fruto (Poesia, 1845), Tio Simplício (Teatro, 1845), Falar Verdade a Mentir (Teatro, 1846), Filipa de Vilhena (Teatro, 1846), Viagens na Minha Terra (Romance, 1846), A Sobrinha do Marquês (Teatro, 1848), Romances Cavalheirescos Antigos (1851), Folhas Caídas (Poesia, 1853), Fábulas (Poesia, 1858) e Helena (Romance, 1871).

 
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Vida de Almeida Garrett

Almeida Garrett
 
Almeida Garrett (João Batista da Silva Leitão)
[Porto, 1799 - Lisboa, 1854]
 
Escritor e político português. Nasceu no Porto, a 4 de Fevereiro de 1799 e faleceu a 9 de Dezembro de 1854, vítima de cancro, em Lisboa, na sua casa situada na actual Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique.
Baptizado como João Leitão da Silva, o autor só mais tarde acrescentou ao seu nome o patronímico Baptista (em honra do padrinho) e os apelidos Almeida Garrett (o primeiro da avó materna; o segundo da avó paterna, de origem irlandesa) que o haviam de imortalizar na política, cultura e literatura portuguesas.
A sua infância foi passada até aos dez anos em Vila Nova de Gaia, entre a Quinta do Castelo, na margem sul do Douro, e a Quinta do Sardão (ambas pertencentes à sua família).
Por altura da tomada do Porto pelas tropas Napoleónicas do general Soult, mudou-se com a família para a ilha Terceira. Enquanto permaneceu nos Açores João Baptista, estudou Latim e Grego, literatura clássica e filosofia, com dois tios: João Carlos Leitão e o poeta e humanista D. Frei Alexandre da Sagrada Família, que foi Bispo de Malaca e de Angra, e bispo eleito do Congo e de Angola. Sob a influência dos tios e desejo dos pais, o jovem Garrett pensa abraçar a carreira eclesiástica, ideia que depressa abandona por não se sentir vocacionado para sacerdote. E aí começou a escrever sob o pseudónimo Josino Duriense, ainda influenciado pelo estilo clássico.
De regresso ao Continente, matriculou-se em 1816 no curso jurídico da Universidade de Coimbra, entrando em contacto com as ideias liberais. Foi nessa mesma cidade que fundou uma sociedade maçónica com Manuel da Silva Passos e José Maria Grande.
Ao mesmo tempo, Garrett dedicou-se à literatura, onde pôs em prática os seus conhecimentos e escreveu várias obras, como o drama Xerxes, a tragédia Lucrécia e O Retrato de Vénus, obras que tinham uma temática política em oposição à formação arcádica obtida.
Concluída a formatura em Direito, parte em 1820 para Lisboa onde, participa na revolução liberal.
Em 1821, durante a representação da tragédia Catão, conhece aquela que virá a ser sua mulher, Luísa Midosi.
Em 1823, na sequência do levantamento miguelista conhecido como Vila-francada e do restabelecimento do absolutismo, Garrett tem de abandonar o seu cargo na Secretaria dos Negócios do Reino e é preso na Cadeia do Limoeiro, em Lisboa, partindo daí a pouco tempo para o exílio político, primeiro em Inglaterra, na cidade de Birmingham, e depois em França, no Havre. Garrett e a família vivem com muitas dificuldades, uma vez que o poeta apenas consegue emprego num banco, como correspondente comercial. Entretanto escreve e publica em Paris os poemas Camões (1825) e D. Branca (1826), influenciados pelas leituras que fez das obras de Shakespeare, Byron e Walter Scott durante o primeiro exílio inglês.
Regressou a Portugal em 1826, destacando-se então pela sua actividade jornalística.
Em 1928, com o retorno de D. Miguel a Portugal, Garrett vê-se obrigado a partir para um segundo exílio inglês. Desta vez, tendo por emprego o cargo de secretário particular do Duque de Palmela, também exilado, fixa-se em Plymouth. Em Londres publica Adozinda e Bernal Francês (mais tarde inseridos no Romanceiro) e a Lírica de João Mínimo (1829), que reúne poemas escritos desde a juventude.
Em 1834 Garrett vive na Bélgica onde é Consul-Geral e Encarregado de Negócios de Portugal. Naquele país Garrett entra em contacto com as obras dos grandes escritores românticos alemães, como Goethe e Schiller, que muito influenciaram o seu estilo literário e a sua concepção de arte.
amigos de garrett

Almeida tarém em Viagens na Minha Terra (http://faroldasletras.no.sapo.pt/garrett.htm)

Em 1843 a Revista Universal Lisbonense publica em folhetins a primeira parte do romance Viagens na minha Terra (obra cuja edição só ficou concluída em 1846), inspirada por um passeio ao Ribatejo, numa visita a Passos Manuel, então na oposição ao governo de Costa Cabral. A primeira representação de Frei Luís de Sousa, com Garrett no papel de Telmo, acontece também em 1843, no Teatro da Quinta do Pinheiro. A tragédia é publicada no ano seguinte em 1844.
De novo eleito deputado em 1852, Almeida Garrett escreve, e lê na Câmara, o Discurso de Resposta ao Discurso da Coroa, tendo logo a seguir sido nomeado Par do Reino.
Nos anos do cabralismo e seguintes, afastado da política, frequenta a sociedade elegante e escreve as peças Tio Simplicio, Falar Verdade a Mentir, Um noivado no Dafundo. Em 1848 é representada no Teatro de D. Maria II A sobrinha do Marquês, que é publicada logo a seguir. Com Alexandre Herculano, Rodrigues Sampaio, Rebelo da Silva e José Estevão, é nomeado para a redacção de um novo projecto de lei eleitoral em Maio de 1851.
Em 1851, Garrett é feito visconde de Almeida Garrett em duas vidas, e em 1852 sobraça, por poucos dias, a pasta dos Negócios Estrangeiros em governo presidido pelo Duque de Saldanha.
No ano de 1853 publica as duas edições de Folhas Caídas (a segunda com o título Fábulas: Folhas Caídas). Garrett está já muito doente quando começa a escrever aquele que seria o seu terceiro romance, Helena.
Este senhor teve uma vida tão apaixonante quanto a sua obra. Revolucionário nos anos 20 e 30 distinguiu-se posteriormente sobretudo como o tipo perfeito do dandy, ou janota, tornando-se árbitro de elegâncias e príncipe dos salões mundanos. Foi um homem de muitos amores, que se separou da esposa e passou a viver em mancebia com D. Adelaide Pastor Deville, com quem teve uma filha, até à morte desta em 1841. A partir de 1846, a sua musa foi a viscondessa da Luz, Rosa Montufar Barreiros, inspiradora dos arroubos românticos das Folhas Caídas.
 
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A escola José Saramago - Mafra

Foto da ESJS

 Conhece mais sobre a nossa escola em: http://www.esec-mafra.rcts.pt

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